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Suas anotações sobre adversários são segredo tático. Guarde como tal.

3 min de leitura
Suas anotações sobre adversários são segredo tático. Guarde como tal.

Pense no que um caderno de adversários honesto realmente contém.

As suas leituras de cada adversário da sua categoria. A sua avaliação das fraquezas deles — e os planos que você pretende usar na próxima competição. E a parte mais sensível de todas: a sua própria ficha. As confissões do que quebra o seu jogo, escritas sem rodeio, porque o caderno só funciona se você não se poupar.

Agora pergunte onde anotações assim deveriam morar. Nos servidores de uma empresa que pode ser vendida, invadida ou simplesmente perder o interesse? Legíveis por quem opera o banco de dados, regidas por uma política de privacidade que pode mudar com trinta dias de aviso?

Nós também achamos que não. Por isso o OpponentBook foi construído sobre uma arquitetura que a indústria chama de BYOS — bring your own storage, “traga seu próprio armazenamento” — e ela muda a conversa sobre privacidade de uma promessa para uma estrutura.

“Não lemos seus dados” versus “não conseguimos ler”

Quase todo app com página de privacidade faz a primeira afirmação. É uma declaração de política: os dados ficam nos servidores da empresa, os funcionários tecnicamente poderiam acessá-los, e uma política — sustentada por boas intenções e risco jurídico — diz que não vão.

O OpponentBook faz a segunda afirmação, e ela é outro tipo de frase. Seu caderno — cada observação, cada reflexão, cada registro de treino, cada foto e cada vídeo — é gravado no seu próprio Google Drive, Dropbox ou iCloud. Nossos servidores guardam seu login, seu plano de assinatura e uma estrutura leve de IDs anônimos e datas, para as suas listas carregarem rápido. Suas palavras não estão do nosso lado do muro. Não conseguimos ler suas anotações pelo mesmo motivo que um estranho não consegue ler o caderno dentro da sua mochila de treino: ele não está com a gente.

Isso não é recurso premium, nem um modo que você precisa ativar. É como o produto funciona, para todo mundo, no plano gratuito, para sempre.

Para quem inclui o Google no modelo de ameaça

No modo padrão, o seu provedor de armazenamento tecnicamente consegue ler os arquivos do seu drive — isso vale para tudo o que você guarda lá. A maioria dos atletas convive bem com isso; o Google não tem o menor interesse nas suas anotações de espada.

Se você não convive, um único ajuste liga a criptografia de ponta a ponta: suas anotações são seladas com AES-256-GCM no seu dispositivo antes do upload, e o provedor passa a guardar um texto cifrado que não consegue abrir. A chave de criptografia é derivada de uma senha que só você conhece, com um código de recuperação exibido uma única vez, quando você liga a criptografia — e, se você perder os dois, ninguém recupera as suas anotações. Nem nós, nem a Apple, nem ninguém. Deixamos esse custo em negrito na hora de ativar, porque promessa de privacidade que esconde o próprio preço não é honestidade — é marketing.

Honestidade também é lista de recursos

O mesmo raciocínio aparece nos detalhes:

  • O rastreador de revisões — a função que correlaciona se preparar com vencer — também guarda os próprios eventos no seu armazenamento, ao lado das suas anotações. Um botão pausa; outro apaga o histórico.
  • A IA só roda quando você toca nela. Nada varre o seu caderno em segundo plano. Se você nunca apertar o botão, nada sai do seu dispositivo para um modelo.
  • Este site não define cookies e não faz perfil de ninguém. Sua única medição é um contador sem cookies que não armazena nenhum dado pessoal — achamos estranho anunciar privacidade numa página que espiona quem lê.

Suas leituras, suas fraquezas, seus planos. Mantenha o caderno — e mantenha ele seu.

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